quinta-feira, 15 de agosto de 2013

GJ 504 "Júpiter Rosa" e 60 bilhões de Exoplanetas potencialmente habitáveis

Concepção artística do Exoplaneta GJ 504
A NASA, agência espacial americana, divulgou na semana passada (quarta-feira dia 7), uma concepção artística que ilustra um Exoplaneta (planeta fora do Sistema Solar), ele foi denominada de GJ 504, ele é muito semelhante e poderíamos até dizer que seria o planeta "Júpiter na versão rosa", enfim sem mais brincadeiras, apesar de ser muito semelhante sua massa é maior por parecer mais denso que Júpiter. Sua idade é estimada ser cerca de 160 milhões de anos.

GJ 504 é apenas um dos bilhões de Exoplanetas que estão espalhados pela Via Láctea (Galáxia local), muitos desses planetas foram descobertos e alguns poucos são muito semelhantes à Terra, tanto em tamanho quanto em atmosfera, e esse tipo de planeta parece ser muito comum em nossa galáxia dizem os estudos, é o caso do Exoplaneta Kepler 22b que se encontra a 600 anos-luz da Terra.

Concepção Artística de Kepler 22b
Os estudos dizem que pode haver vida em cerca de 60 bilhões de Exoplanetas por toda Via Láctea, apesar de apenas poucos planetas potencialmente habitáveis terem sido descobertos até hoje os cientistas acreditam e afirmam que o Universo está cheio de mundos alienígenas capazes de abrigar a vida.
Como mencionado antes nossa galáxia sozinha pode ter 60 bilhões de planetas habitáveis, que orbitam estrelas anãs-vermelhas, conforme aponta uma nova estimativa.
Baseando-se em informações do "caçador de planetas" Kepler, telescópio espacial utilizado pela NASA, cientistas calcularam que de haver um planeta do tamanho da Terra na zona habitável de cada anã-vermelha, o tipo de estrela mais comum. Agora, porém um grupo de pesquisadores dobraram essa estimativa, depois de considerar que a cobertura de nuvens pode ajudar na sustentação de vida em um mundo alienígena (Exoplanetas).
"As nuvens provocam aquecimento e tornam a Terra mais fria.", afirmou em um comunicado o cientista Dorian Abbot. "Elas refletem a luz do Sol para esfriar as coisas e absorvem a radiação infra-vermelha da superfície para fazer o efeito estufa. Isso é parte do que torna o planeta quente o suficiente para abrigar vida." disse o pesquisador da Universidade de Chicago.

Nenhum comentário:

Postar um comentário