| Supernova de Kepler |
As supernovas são isso aqui ->
huehue.
Enfim, além de serem só isso as supernovas são fenômenos que originam-se devido à morte de estrelas muito grandes. Uma estrela morre quando todo o seu combustível se esgota, então elas explodem gerando um brilho tão intenso que podem ofuscar uma galáxia inteira - quase que o brilho de 10 bilhões de sóis juntos, em seu ápice - apesar de todo esse "poder" elas duram apenas por dois ou três meses e são eventos muito raros, por esse motivo são extremamente difíceis de observar.
90% da matéria de uma estrela é expelida pela supernova, essa matéria pode originar uma grande nebulosa, esférica ou anelar, e muitos anos depois, essas nebulosas podem originar novas estrelas após mais alguns milhares de anos depois.
| A Nebulosa do Caranguejo |
Existem dois tipos de supernovas, as do tipo I e as do tipo II, e cada tipo apresenta três classes. Tipo Ia, Ib e Ic e respectivamente as do tipo II: IIa, IIb e IIc.
As do tipo Ia são particularmente interessantes para a astronomia, elas podem ser chamadas comumente de "Velas Padrão".
Uma supernova tipo Ia é originada da explosão de uma estrela Anã Branca e todos os outros tipos são originarias de colapsos de estrelas. Para que uma estrela se torne uma supernova, é preciso que sua massa seja superior a nove sóis.
Todas as estrelas de massa 1 a 9 sóis passam pela fase de gigante vermelha antes de morrerem, durante essa fase e estrela expele suas camadas exteriores e o núcleo remanescente se torna uma anã branca composta por oxigênio e carbono.
Abaixo está um vídeo que simula a explosão de uma estrela e que vem a se tornar uma supernova.
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