segunda-feira, 13 de julho de 2015

Os incríveis finalistas de concurso 'fotógrafo de astronomia do ano'





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Na foto o céu noturno iluminado por estrelas em Green Lake, Califórnia
O Observatório Real e o Museu Marítimo, ambos em Greenwich, Londres, anunciaram as imagens finalistas de sua competição anual de fotos "Insight - Fotógrafo de Astronomia do Ano".

Os organizadores reuniram algumas das fotos mais impressionantes enviadas até agora, todas focadas na beleza e mistérios do espaço que nos cobre.


Os vencedores das nove categorias e dois prêmios especiais serão anunciados no dia 17 de setembro de 2015


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Imagem da estrela IC443 que está na constelação de Gêmeos
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Meteoro passando pelo céu e Via Láctea sobre o Mount Rainier em Washingtom, EUA





Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/07/os-incriveis-finalistas-de-concurso-fotografo-de-astronomia-do-ano.html



segunda-feira, 6 de julho de 2015

Astronauta russo bate recorde de permanência no espaço

O cosmonauta Gennady Padalka se prepara para participar de uma simulação de lançamento da nave Soyuz no Centro de Treinamento de Cosmonautas, na Cidade das Estrelas, no arredores de Moscou, em foto de março de 2015O astronauta russo Guennadi Padalka, comandante da Estação Espacial Internacional (ISS), se converteu no homem que mais tempo passou no espaço com um total de 803 dias, informou à AFP a agência espacial russa.

"O recorde é oficial", afirmou o porta-voz da Roskosmos.

Padalka, de 57 anos, realiza sua quinta missão no espaço, e bateu na segunda-feira o recorde pertencente a outro astronauta russo, Serguei Krikalev, de acordo com a imprensa local.

Em sua volta para Terra, prevista para 11 de setembro, Padalka terá passado mais de 877 dias no espaço, ou seja, dois anos e quatro meses.

Em 1998, Padalka passou 199 dias na estação russa Mir. Em 2004, 2009 e 2012 ficou na Estação Internacional e, em março passado, voltou à ISS na companhia do astronauta russo Mikhail Kornienko e do americano Scott Kelly.

Krikalev, que detinha o recorde até agora foi apelidado de "o último cidadão da URSS" porque voltou à Terra em dezembro de 1991, depois da queda da União Soviética.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/afp/2015/06/30/astronauta-russo-bate-recorde-de-permanencia-no-espaco.htm

sábado, 20 de junho de 2015

São Paulo, Boston e Londres vistos em alta definição da Estação Espacial


Imagens capturadas por câmeras de alta definição na Estação Espacial Internacional mostram, em detalhes, a vida na Terra.As gravações são tão nítidas que é possível ver carros se movimentando nas ruas.
As câmeras foram instaladas pela empresa canadense Urthecast. Elas integram um projeto que busca democratizar a observação da Terra a partir do espaço, fazendo com que o serviço seja acessível ao público pela internet.
Imagens capturadas por câmeras de alta definição na Estação Espacial Internacional mostram, em detalhes, a vida na Terra (Foto: Reprodução/BBC)Imagens capturadas por câmeras de alta definição na Estação Espacial Internacional mostram, em detalhes, a vida na Terra. Na foto acima, a região do Parque do Ibirapuera, em São Paulo (Foto: Reprodução/BBC
A capital da Inglaterra, Londres, sob a lente da Estação Espacial Internacional (Foto: Reprodução/BBC)A capital da Inglaterra, Londres, sob a lente da Estação Espacial Internacional (Foto: Reprodução/BBC)
O vídeo a seguir é capaz de mostrar a rotina das cidades acima.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Brasil e China selam acordo para produção de sexto satélite Cbers

O Brasil e a China assinaram um protocolo de intenções nesta terça-feira (19) para desenvolvimento e lançamento do sexto satélite sino-brasileiro. O acordo aconteceu durante a visita do primeiro ministro da China, Li Keqiang, ao Brasil. O satélite Cbers 4-A tem custo estimado em até R$ 100 milhões e deve ser lançado em 2018.

Cbers-4 foi lançado pelo foguete Longa Marcha 4B da base de Taiyuan, na China. (Foto: Divulgação/INPE)No Brasil, o satélite será desenvolvido em São José dos Campos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A missão do novo satélite será dar continuidade à missão do antecessor Cbrs-4, em órbita desde dezembro de 2014.

O equipamento é usado pelo governo para monitorar os setores agrícolas, florestal e no controle do meio ambiente, especialmente no controle da fiscalização da Amazônia.

De acordo com o diretor do Inpe, Leonel Perondi, além das câmeras de videomonitoramento, incluindo a brasileira Mux - primeira com tecnologia inteiramente desenvolvida produzida no Brasil, o novo satélite deve contar com uma versão modernizada de câmera para observação da Terra em alta resolução.

"Esse pacto com a China é a garantia da continuidade da missão do Cbers. Como o tempo de vida útil do satélite é de três anos, nossa preocupação é que ao fim das atividades do Cbers-4 não haja interrupção do trabalho", disse Perondi ao G1.

Para o desenvolvimento e produção do Cbers-4A, os países vão repetir o modelo com proporção do montante de investimento - 50% para cada lado.

O novo acordo define que os trabalhos de montagem, integração e testes do Cbers-4A sejam realizados nos laboratórios do Inpe, no Vale do Paraíba. O lançamento será feito na base na China.

Acordos
Durante a visita do governo chinês ao Brasil, foram celebrados 35 acordos em áreas como agricultura, comércio,  defesa, energia, infraestrutura, inovação, mineração, planejamento estratégico e transporte.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2015/05/brasil-e-china-selam-acordo-para-producao-de-sexto-satelite-cbers.html

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Galáxia mais luminosa é descoberta pela Nasa

Olá, depois de um longo tempo voltaremos a postar aqui, trazendo mais informações e curiosidades sobre essa imensidão que é o universo. Para recomeçar trago uma notícia muito curiosa que foi publicada há pouco tempo:

 A Nasa, a agência espacial norte-americana, descobriu a galáxia mais luminosa do Universo, que emite uma luz equivalente a 300 trilhões de sóis.

A galáxia foi encontrada através do telescópio espacial Wise e recebeu o nome de Wise J224607.57-052635.0. Ela faz parte do grupo Extremely Luminous Infrared Galaxies (Elirg), formado por 209 galáxias muito brilhantes.

A luz do sistema de estrelas é gerada a partir de um buraco negro de grandes proporções que está em seu interior. Ele atrai gases, poeira e o restante da matéria para um disco em sua volta, que se aquece a temperaturas de milhões de graus e explode, liberando energias ultravioletas e raios-x.

Essa luz é bloqueada por bolas de poeira que, quando aquecidas, soltam uma radiação infravermelha perceptível pelo telescópio. Buracos negros desse tamanho são encontrados com facilidade, mas raramente em galáxias tão "primitivas".

A luz da Wise J224607.57-052635.0 demorou cerca de 12,5 bilhões de anos para alcançar a Terra, o que significa que a galáxia foi formada quando o Universo ainda era relativamente novo, há cerca de 13,8 bilhões de anos.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Curiosidade: O que aconteceria se a Terra parasse de girar?



Para o biólogo Wellinton Delitti, do Departamento de Ecologia do Instituto de Biociência da USP, se um dia a Terra parar de girar, o mais provável é a extinção total da vida no planeta.

Delitti acredita que o fenômeno começaria paralisando inicialmente o sistema climático, a circulação marinha e a vida dos seres humanos. "Uma área do planeta ficaria virada para o Sol, podendo ficar exposta a altas temperaturas, assim como outra parte ficaria totalmente escura, com a possibilidade de baixíssimas temperaturas", explica.

Em razão disso, a possibilidade de algum ser vivo sobreviver seria bastante remota. "Talvez tivessem alguma chance os organismos que vivem no fundo do mar, próximos a abismos que expelem calor das profundezas da Terra, já que eles têm a vida baseada na quimiossíntese (que não depende da luz solar)”. Apesar disso, o biólogo destacou que o mais provável seria "uma catástrofe inimaginável que destruiria todo o ecossistema terrestre".

O professor Marcelo Knobel, do Instituto de Física da Unicamp, lembra que a parada em si também seria determinante. "A Terra sairia de uma velocidade de aproximadamente 900 km/h (em latitude de 45°) para zero, causando uma forte freada, mas essa velocidade pode variar, dependendo da latitude."

Segundo ele, provavelmente os prédios e casas do mundo inteiro cairiam, e uma espécie de terremoto assolaria a superfície terrestre. Já a gravidade não mudaria em absolutamente nada.